[...]Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta:
Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco.
E José, despertando do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher;
E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus.
Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco.
E José, despertando do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher;
E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus.
(Mateus 1: 22, 23, 24 e 25)
A humanidade assusta o olhar mais observador pela sua natureza dupla. O óbvio e o nebuloso desafiam qualquer física ocupando o mesmo espaço diante dos nossos olhos. Os homens se embriagam em sua sobriedade e seguem suas existências sem nada notar e aos mais calmos e analíticos, o mundo parece estar hipnotizado - com algumas situações que apenas contribuem para deixar isto latente, ao referido observador fica ainda mais fácil de tecer comentários sobre a natureza geral humana baseado nas atitudes individuais e sociais nesses períodos.
Durante o ano explorações ocorrem de maneira velada: rios de dinheiro em forma de trabalho não pago - expropriado de uma classe, essa sim que com sua força de trabalho faz o capital de fato se tornar produtivo - vão em direção ao bolso de uma classe detentora desse capital, que enriquece baseada nas leis da propriedade privada (por propriedade privada, sábio leitor, não falo seu querido celular V3 parcelado nas lojas americanas, mas uso o termo como definição da propriedade dos meios de produção, propriedade essa que legitima a exploração de uma classe sobre a outra simplesmente pela detenção dos direitos da mesma - na maioria dos casos adquiridos de forma escusa).




