29 de novembro de 2011

Falcatrua ensina


Amor eterno. Castidade e casamento para sempre. O ideal ocidental de romance infectou nossas almas pueris e até os mais assíduos na atividade de 'pupunha' não escapam da maldição. AMAR É FODA, como dizem os mais intensos.




Quando mais novos o que conta é beijar 6 moçoilas na bantu, balada paulistana frequentada pela cúpula social, para após cairmos de amores por alguma moça tão inocente e burra quanto eu Oswaldo, ou você leitor.

Quem nunca planejou o nome dos filhos, mesmo no profundo da alma, - lugar onde o platonismo imbecil e os devaneios dignos de Virginia Wolf rolam soltos aos 15 anos de idade - que se retire, a conversa se destina a quem ja perdeu.
Fica óbvio com o o virar da ampulheta que esse amor é fadado ao término no momento que começa, assim como nascer implica em começar a morrer. Não há nada de eterno ai, não há nada monogâmico e tudo se aprende da pior maneira. Eis os passos:

1. O rapaz chega na escola e vê uma bela e sagaz garota;
2. Conversa com a garota;
3. CASAR O MAIS RAPIDO POSSIVEL MEU DEUS PORQUE EU NÃO CONHECI ESSA MENINA MAIS TARDE? AFF AFF QUE MARAVILHA EU MORRERIA ABRAÇADO COM ELA.

Você é um babaca. Não morra de amores, não seja peixe morto.

Forte abraço.

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